Territórios do Invisível
Territórios do Invisível
Territórios do Invisível nasce da urgência de tornar visível aquilo que historicamente foi silenciado.
O corpo, aqui, não é apenas forma é território marcado, atravessado por apagamentos e permanências.
As fissuras revelam memórias que resistem à tentativa de desaparecimento.
A matéria carrega história, e a cerâmica se torna pele.
Esta série investiga ancestralidade, cosmologia indígena e a permanência simbólica dos povos que insistem em existir.
Habitar o invisível é afirmar presença.
Suzano – SP
Exposição individual em preparação
Abril de 2026
Vazio Habitado
O que parece ausência é território.
O corpo fragmentado não anuncia fim, mas permanência.
As perfurações não são lacunas são marcas de travessia.
Há violência inscrita, mas também há resistência moldada na matéria.
A cerâmica endurece aquilo que tentaram dissolver.
O vazio, aqui, é espaço de memória.
Cerâmica e pintura acrílica
Ano : 2024
Dimensões : 42 cm x 36 cm x 12 cm
Guardião da Oca
Entre o mito e a memória, o guardião observa.
Seu olhar não é decorativo é vigília.
Carrega a permanência das casas, dos rituais, das histórias que não foram interrompidas.
É presença que antecede e protege.
Em Territórios do Invisível, o guardião afirma que nada foi completamente apagado.
Cerâmica e pintura acrílica
Ano: 2024
Dimensões : 22 cm x 19 cm
Curva Ancestral
A ancestralidade não é linha reta é curva.
Ela se dobra no tempo, retorna, reaparece em gestos e formas.
O que foi silenciado encontra caminhos subterrâneos para existir.
Nada desaparece por completo.
Em Territórios do Invisível, a curva é movimento de continuidade.
Cerâmica e pintura acrílica
Ano: 2024
Dimensões : 22 cm x 19 cm



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